Banca de QUALIFICAÇÃO: MOISÉS BENTO TAVARES

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : MOISÉS BENTO TAVARES
DATA : 22/12/2025
HORA: 09:00
LOCAL: Prédio Central, sala 4.
TÍTULO:

Uso de Canavalia ensiformis como cultura de rotação e adubo verde no manejo da podridão de raízes e declínio das ramas (PRDR) em meloeiro e reação de culturas não-cucurbitáceas à Macrophomina spp.


PALAVRAS-CHAVES:

patógenos radiculares; fitossanidade; fungos habitantes do solo, Monosporascus spp.


PÁGINAS: 87
RESUMO:

O Nordeste brasileiro é o principal produtor de cucurbitáceas frutícolas (melão e melancia), e responde por mais de 90% de todo o melão nacional e por mais de 37% da produção de melancia. O uso contínuo do monocultivo nos principais agropolos desta região, somado ao uso do “mulching”, vem aumentando a incidência da Podridão de Raízes e Declínio das Ramas (PRDR), principal doença dessas culturas. Patógenos termófilos, como Macrophomina spp. e Monosporascus spp., isoladamente ou em associação com outros fungos fitopatogênicos, são os principais patógenos associados a PRDR, não havendo registro de defensivos químicos para o controle dessas espécies em cucurbitáceas no país. O uso da rotação de culturas com espécies resistentes a doença, bem como a adubação verde, pode reduzir a sobrevivência desses patógenos e, consequentemente, a incidência dessa doença. O objetivo dos nossos estudos foi avaliar a resposta das culturas do milho, gergelim, tomate e feijão-caupi inoculadas com Macrophomina spp. bem como e eficácia do uso do feijão-de-porco (Canavalia ensiformis [L.] DC.) com adubo verde na incidência e severidade da doença, bem como do seu efeito nos patógenos associados a PRDR presentes no solo de cultivo. A cultura do gergelim foi a mais resistente em relação as diferentes espécies de Macrophomina, com médias para a severidade entre 0 e 1,2. O feijão-de-porco promoveu a redução da frequência de isolamento de Macrophomina spp. em todos os tratamentos onde foi incorporado (0%-4%) em relação ao controle (16%), retardou a penetração de Monosporascus spp. nas raízes de meloeiro, embora promoveu a multiplicação de Fusarium spp.


MEMBROS DA BANCA:
Interna - 1226708 - ANDREIA MITSA PAIVA NEGREIROS
Externo à Instituição - HAILSON ALVES FERREIRA - UFRN
Externa à Instituição - NAAMA JESSICA DE ASSIS MELO - UFERSA
Presidente - 1445570 - RUI SALES JUNIOR
Notícia cadastrada em: 11/12/2025 13:44
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