PPMSA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MANEJO DE SOLO E ÁGUA PROGRAMAS DE PÓS-GRADUACAO - CCA Telefone/Ramal: Não informado

Banca de QUALIFICAÇÃO: RAYANE AMARAL DE ANDRADE

Uma banca de QUALIFICAÇÃO de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RAYANE AMARAL DE ANDRADE
DATA : 24/07/2026
HORA: 15:00
LOCAL: Virtual
TÍTULO:

CAPÍTULO I: TOLERÂNCIA DE VARIEDADES TRADICIONAIS DE MILHO (Zea mays L.) AO ESTRESSE SALINO

CAPÍTULO II: MORFOFISIOLOGIA E HOMEOSTASE IÔNICA DE VARIEDADES DE MILHO SOB ESTRESSE SALINO


PALAVRAS-CHAVES:

Palavras-chave: Variedades nativas; Morfologia; Bioquímica; Salinidade; Região Semiárida.

Palavras-chave: Zea mays L., Irrigação, Salinidade, Fotossíntese, Biomassa.


PÁGINAS: 53
RESUMO:

Resumo: O manejo da salinidade na água de irrigação é fundamental para garantir o suprimento hídrico às plantas, especialmente em regiões semiáridas, onde a maior disponibilidade de água frequentemente apresenta elevados teores de sais. Nesse contexto, avaliou-se a tolerância de variedades tradicionais de milho ao estresse salino utilizando parâmetros morfológicos e bioquímicos durante a fase inicial de desenvolvimento. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, utilizando bandejas de polietileno com 200 células preenchidas com substrato inerte à base de fibra de coco. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial 15 x 2, com quatro repetições e 50 sementes por parcela, totalizando 120 parcelas experimentais. Os fatores corresponderam a 15 variedades tradicionais de milho e dois níveis de salinidade da água de irrigação (S1 = 0,5 dS m⁻¹ e S2 = 7,5 dS m⁻¹). A emergência foi avaliada do primeiro ao oitavo dia após a semeadura, enquanto as análises de crescimento, fitomassa e bioquímica foram realizadas ao oitavo dia. Os resultados demonstraram que a irrigação com água salina afetou o desenvolvimento das variedades tradicionais, sendo o crescimento e o acúmulo de biomassa da parte aérea e das radículas as variáveis mais impactadas. As variedades V3 – Grão do Sertão, V5 – Alho Pipoca, V8 – Jaboatão Areia, V6 – Pontinha e V14 – Logradouro destacaram-se pela maior tolerância ao estresse salino, apresentando reduções inferiores a 4% no acúmulo de biomassa, além de manterem elevada massa seca de raizes e altos índices de tolerância à salinidade (ITS > 97%). Em contraste, V10 – Sol da Manhã, V11 – Índio e V12 – Jaboatão Remígio foram as mais sensíveis, apresentando reduções na massa seca da parte aerea (MSPA) e massa seca total (MST) e valores de ITS próximos de 80%, além de maior comprometimento do crescimento inicial.

 

Resumo: A salinidade é um dos principais fatores limitantes ao crescimento vegetal. As elevadas concentrações de sais no solo e na água de irrigação comprometem processos fisiológicos essenciais, alterando a absorção de íons e o desenvolvimento do milho. Diante disso, avaliou-se crescimento, fotossíntese, trocas gasosas foliares, clorofila e homeostase iônica de genótipos de milho sob estresse salino. O experimento foi conduzido em casa de vegetação no delineamento de blocos casualizados, em esquema fatorial 8 × 2, com cinco repetições. As variedades de milho foram compostas por uma cultivar comercial e sete variedades crioulas: V1 – BR 106 (Comercial), V2 – Grão do Sertão, V3 – Pontinha, V4 – Zé de julho, V5 – Peba, V6 – Sol da Manhã, V7 – Índio, V8 – Jaboatão Remígio. Os níveis de condutividade elétrica da água (CEa) foram 0,54 dS m⁻¹ (controle) 7,50 dS m⁻¹ (estresse salino). As plantas foram cultivadas em vasos com capacidade para 12,0 dm3 preenchidos com solo e na transição da fase VT/R1 foram avaliadas. O melhor desempenho sob irrigação com água de 7,5 dS m⁻¹ foi observado nas variedades V5 – Peba, V8 – Jaboatão Remígio e V7 – Índio, que apresentaram maior produção de biomassa. Esse resultado é associado a relações Na⁺/K⁺ mais equilibradas nas folhas, maiores níveis de K⁺ e menores reduções na assimilação de CO₂ e nos teores de clorofilas, favorecendo a manutenção da atividade fotossintética em condições de salinidade da água de 7,50 dS m-1.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - ***.547.234-** - FRANCISCO VANIES DA SILVA SA - UFERSA
Externo à Instituição - ALEX ÁLVARES DA SILVA - UEPB
Externo à Instituição - PAULO CÁSSIO ALVES LINHARES - UEPB
Externo à Instituição - TAYD DAYVISON CUSTÓDIO PEIXOTO - UEVA
Notícia cadastrada em: 22/07/2026 15:57
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