FATORES ENDÓGENOS QUE DIFICULTAM O MONITORAMENTO DA GESTÃO DE RISCOS NA UFERSA: Uma Análise Perceptiva dos Gestores e Responsáveis Técnicos
Gestão de Risco. Fatores endógenos. UFERSA
As organizações, sejam de caráter público ou privado, são constituídas com o propósito de alcançar objetivos. Nesta perspectiva, definem as atividades e os processos necessários a essa finalidade, cuja execução, entretanto, nem sempre ocorre conforme o planejado. Destaca-se como causa primordial, o fato de o ambiente corporativo ser permeado de incertezas e constantes mudanças que podem resultar em riscos ao alcance dos objetivos definidos.
Entretanto, apesar da existência de normativos internos, e de uma estrutura técnica formalmente estabelecida para condução da gestão de riscos na Ufersa - que realiza o mapeamento de riscos em conjunto com os setores responsáveis pelos processos e desenvolve planos de ação para sua prevenção e/ou mitigação -, e da adoção do sistema ForRisco para o monitoramento dos riscos identificados, observa-se, através do acompanhamento do sistema realizado pelo Setor de Gerenciamento de Riscos, a baixa frequência de atualizações no sistema por parte dos servidores designados gestores e responsáveis técnicos, o que compromete o monitoramento dos riscos institucionais.
Diante desse cenário, surge o seguinte questionamento: quais são os fatores organizacionais endógenos que comprometem o monitoramento da gestão de riscos na Universidade Federal Rural do Semi-Árido?