Banca de DEFESA: ANGIE ALEJANDRA RODRIGUEZ CRUZ

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : ANGIE ALEJANDRA RODRIGUEZ CRUZ
DATA : 30/07/2026
HORA: 13:30
LOCAL: Sala de aula do Laboratório de Análise de Sementes
TÍTULO:

Desempenho morfofisiológico e bioquímico de variedades tradicionais de Phaseolus lunatus L. sob déficit hídrico


PALAVRAS-CHAVES:

Feijão-fava; estresse hídrico; germinação; PEG 6000; tolerância à seca; osmólitos.


PÁGINAS: 46
RESUMO:

Feijão-fava (Phaseolus lunatus L.) é uma leguminosa de importância nutricional, econômica e social, especialmente em regiões tropicais e semiáridas, onde o déficit hídrico constitui um dos principais fatores limitantes ao estabelecimento inicial das plantas. Nesse contexto, objetivou-se avaliar o desempenho morfofisiológico e bioquímico de 15 variedades tradicionais de feijão-fava submetidas ao déficit hídrico durante a germinação e o desenvolvimento inicial de plântulas. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 15 × 2, composto por 15 variedades e dois potenciais osmóticos (0,0 e −0,3 MPa), com quatro repetições de 25 sementes. O déficit hídrico foi simulado com solução de polietilenoglicol (PEG 6000). Foram avaliadas as variáveis germinação, índice de velocidade de germinação, comprimento da parte aérea e da raiz, massa seca da parte aérea e da raiz, além dos teores de açúcares solúveis totais, aminoácidos livres totais e prolina. A análise de variância evidenciou variabilidade significativa entre as variedades para todas as características avaliadas, com interação significativa entre variedades e déficit hídrico para a maioria das variáveis. O estresse hídrico reduziu o índice de velocidade de germinação, o crescimento da parte aérea e o acúmulo de massa seca em parte das variedades avaliadas. Entretanto, algumas variedades apresentaram manutenção do crescimento radicular e incremento na síntese de compostos osmoprotetores, principalmente prolina, indicando mecanismos adaptativos associados à tolerância ao déficit hídrico. As variedades 7, 10, 11, 13 e 14 destacaram-se pela manutenção do vigor fisiológico e pela estabilidade das respostas morfofisiológicas e bioquímicas sob restrição hídrica. Os resultados demonstram a existência de variabilidade entre as variedades tradicionais de feijão-fava e evidenciam o potencial desses materiais como fontes promissoras para programas de melhoramento genético voltados à tolerância ao déficit hídrico.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - BERNARDO BEZERRA DE ARAÚJO JUNIOR
Coorientador - 2835021 - CLARISSE PEREIRA BENEDITO - y Externa à Instituição - CYNTHIA CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - UERN
Externa à Instituição - KLEANE TARGINO OLIVEIRA PEREIRA
Presidente - ***.392.004-** - SALVADOR BARROS TORRES - EMPARN
Externa à Instituição - SARA MONALIZA COSTA CARVALHO
Notícia cadastrada em: 06/07/2026 14:58
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