Banca de DEFESA: RENATA DAMASCENO MOURA

Uma banca de DEFESA de DOUTORADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : RENATA DAMASCENO MOURA
DATA : 29/05/2026
HORA: 08:00
LOCAL: Formato Híbrido (Prédio Central, sala 04 e Meet)
TÍTULO:

ANÁLISE DO RISCO DA OCORRÊNCIA DE Mycosphaerella fijiensis PARA O ESTADO DO CEARÁ E ESTRATÉGIAS DE MITIGAÇÃO PARA AS SIGATOKAS


PALAVRAS-CHAVES:

Banana; Defesa Sanitária Vegetal; Monitoramento


PÁGINAS: 84
RESUMO:

No Brasil, a banana é a segunda fruta mais importante do país, e o estado do Ceará destaca-se como o terceiro maior produtor do Nordeste. No entanto, problemas relacionados a doenças, como a Sigatoka-amarela e o risco de introdução da Sigatoka-negra, podem comprometer essa sustentabilidade, uma vez que reduzem a produção e elevam os custos de controle. Este estudo integrou três abordagens. Na primeira, foi realizado o zoneamento de risco para a introdução da Sigatoka-negra no estado do Ceará. Foram utilizadas séries históricas de precipitação, temperatura do ar e umidade relativa, os municípios foram classificados quanto à favorabilidade à ocorrência da doença em baixa, média e alta. Dos 184 municípios cearenses, 52,8% foram enquadrados em áreas de baixo, 26,4% médio 20,8% e alto risco, evidenciando expressiva variabilidade espacial e reforçando a necessidade de adoção de estratégias diferenciadas de monitoramento e prevenção conforme o nível de risco identificado. Na segunda abordagem, foi realizado o monitoramento mensal da Sigatoka-amarela no período de abril de 2023 a dezembro de 2025, no Perímetro Irrigado Jaguaribe-Apodi. Observou-se que a curva de progresso da Sigatoka-amarela para a cultivar ‘Grand Naine’ inicia-se em janeiro e encerra em dezembro, com maiores índices de infecção entre os meses de maio e julho. Os padrões das curvas de severidade para ambos os períodos de ascensão ajustaram-se ao modelo exponencial, com taxa de progressão de dy/dt = 0,2. Na terceira abordagem, validou-se uma escala diagramática de cinco níveis de severidade (0–4) para avaliação da Sigatoka-amarela e em seguida a mesma escala foi utilizada na avaliação do efeito de bioinsumos comerciais (Acadian®, Bio-Imune® e Agro-Mos®) e do ativador de resistência Bion® 500 WG no manejo inicial da Sigatoka-amarela em mudas da variedade ‘Grand Naine’. Entre os produtos testados, o bioestimulante Acadian® destacou-se na redução da severidade da doença, evidenciando seu potencial como ferramenta complementar no manejo integrado da Sigatoka-amarela.


MEMBROS DA BANCA:
Externo à Instituição - DAGOBERTO SAUNDERS DE OLIVEIRA
Interna - 1226708 - ANDREIA MITSA PAIVA NEGREIROS
Interna - 2652583 - LINDOMAR MARIA DA SILVEIRA
Externo à Instituição - LUIS CLENIO JÁRIO MOREIRA
Interna - 1544411 - MARCIA MICHELLE DE QUEIROZ AMBROSIO
Presidente - 1445570 - RUI SALES JUNIOR
Notícia cadastrada em: 20/05/2026 08:02
SIGAA | Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação - (84) 3317-8210 | Copyright © 2006-2026 - UFRN - sig-prd-sigaa03.sigaa03